O GPS pode estar no barco, no carro, no smartphone ou até no relógio. Pode mostrar o caminho, rastrear a entrega, monitorar o exercício físico. Independentemente do tipo de uso (e do formato), a tecnologia vem invadindo o coditiano das pessoas e, de carona, faz a transição dos sistemas de mapas e de localização para a era da web 2.0
Desconto no Seguro
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O rastramento de veículos e cargas foi um das primeiras aplicações civis dos GPS. E tudo indica que o sistema vem sendo eficaz, afinal as seguradoras oferecem descontos na apólice para aqueles que tiverem o sistema instalado no automóvel. “O preço do seguro pode cair em até 30%”, afirma o gerente de produto automóvel da Porto Seguro, Marcelo Sebastião. Em caso de roubo, o índice de recuperação do veículo com ajuda do GPS chega a 98%, segundo Pedro Coli, diretor de vendas da Ituran. |
Presidiários serão rastreados por GPS no PR
SÃO PAULO – O governo do Paraná vai testar um sistema de rastreamento de presos com uso de tornozeleiras.
O Sistema de Acompanhamento de Custódia (SAC24) é composto por uma central de processamento de informações, por unidades portáteis de rastreamento com GPS (parecidas com um celular) e tornozeleiras. Os equipamentos comunicam-se entre si pela rede de celular (GPRS). Caso algum preso fuja, ele poderá ser localizado mais rapidamente.
As tornozeleiras serão utilizadas por presos em regime semi-aberto. São antialérgicas, à prova d’água e resistentes, segundo Sávio Bloomfield, proprietário da empresa Spacecomm, que desenvolveu o SAC24. “Se o preso resolver cortar a tornozeleira, o alarme é acionado na central, que informa onde o preso está”, explica. Bloomfiel afirma que o sistema já está sendo testado em outros estados.
Código vai proibir GPS que avisa sobre radar
SÃO PAULO – Mudanças no código de trânsito devem proibir o uso de GPS que avisa onde estão radares.
O ministério da Justiça apresentou, esta semana, proposta de alteração no Código Brasileiro de Trânsito (CTB).
O projeto endurece as punições contra maus motoristas e, entre seus itens, torna ilegal o uso em veículos de navegadores GPS que avisem os motoristas sobre a localização de radares fixos.
O recurso, atualmente legal, é oferecido por vários fabricantes de navegadores. Os fabricantes inserem na base de dados dos mapas informações sobre a localização de radares de velocidade fixos em avenidas, estradas e vias expressas.
Agora, o ministério da Justiça quer proibir este recurso, sob a argumentação de que a característica incentiva o abuso de velocidade nas estradas, um dos principais fatores que geram acidentes no país. Neste momento, o texto com as mudanças no CBT está sob consulta pública.
Após o período de consultas, o ministério poderá transformar a idéia em lei. Neste caso, ficará proibido aos fabricantes oferecer esta característica.
Motoristas que já possuam GPS com o recurso anti-radar deverão desabilitá-lo. Se for flagrado com GPS anti-radar, o motorista receberá multa gravíssima (7 pontos na carteira e multa de R$ 194) e pode ter o veículo apreendido.

